PORQUE A PRIMEIRA QUERÊNCIA?
PORQUE A PRIMEIRA QUERÊNCIA?
- Publicado em: 18/07/2025 às 00:00 | Imprimir
São Nicolau: Onde o Rio Grande nasceu e aprendeu a sonhar!
📍 Quando você pisa em São Nicolau, não está apenas caminhando por uma cidade… está pisando no solo onde o Rio Grande do Sul começou sua história!
Em 1626, muito antes de qualquer outra cidade ser sonhada, foi aqui, nas margens do majestoso Rio Piratini, que o padre Roque Gonzales de Santa Cruz plantou a primeira semente de civilização no sul do Brasil. Foi aqui que se ergueu a primeira igreja, se celebrou a primeira missa, e onde o primeiro sinal de organização, cultura e fé surgiu no que hoje chamamos de Rio Grande do Sul.
💫 Em São Nicolau, o som das missas ecoou antes do trotar dos cavalos, o trabalho dos povos indígenas guaranis se transformou em arte barroca viva, e foi também por este chão que o primeiro gado cruzou o território, transformando para sempre a paisagem dos pampas.
Aqui nasceu a primeira escola, as primeiras celebrações religiosas, a primeira querência — um termo que, para os gaúchos, significa muito mais do que “lar”… significa pertencimento, raiz, amor à terra.
🏞️ E o tempo não apagou essa grandeza. Nas ruínas que ainda guardam os vestígios da história, no Sítio Arqueológico, nas imagens sacras esculpidas pelas mãos guaranis, São Nicolau continua viva, vibrante, cheia de histórias para contar a quem chega com o coração aberto.
➡️ São Nicolau não é apenas o começo do Rio Grande do Sul… é o símbolo de resistência, fé e cultura! É o primeiro abraço do nosso povo com sua terra!
Venha conhecer, venha sentir… a Primeira Querência do Rio Grande espera você!
A história de São Nicolau e das reduções jesuíticas no Rio Grande do Sul é dividida em dois grandes ciclos:
📜 1º CICLO – O Ciclo das Primeiras Reduções (ou Primeira Fase Missioneira):
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Aconteceu entre 1626 e 1637.
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Foi nesse período que o padre Roque Gonzales de Santa Cruz fundou São Nicolau, considerada a primeira redução jesuítica do Rio Grande do Sul.
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Essas reduções foram as primeiras experiências de povoamento organizado, onde padres jesuítas catequizavam os povos indígenas guaranis, trazendo fé, cultura, educação, pecuária e agricultura para a região.
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Esse ciclo foi interrompido por invasões e conflitos, especialmente com bandeirantes e colonizadores espanhóis e portugueses.
🛡️ 2º CICLO – O Ciclo dos Sete Povos das Missões (ou Segunda Fase Missioneira):
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Ocorreu entre 1682 e 1756.
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É o ciclo mais conhecido da história missioneira, marcado pela fundação dos famosos Sete Povos das Missões:
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São Nicolau, São Luiz Gonzaga, São Miguel Arcanjo, São Lourenço Mártir, São João Batista, Santo Ângelo Custódio e São Borja.
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Durante esse período, as reduções atingiram o auge de organização e riqueza cultural, tornando-se exemplos de civilização indígena organizada, com igrejas grandiosas, oficinas de arte, educação e economia forte baseada em agricultura e pecuária.
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Foi nesse ciclo que surgiram as impressionantes construções em pedra, como as ruínas de São Miguel das Missões, patrimônio mundial da humanidade.
✅ Resumo direto:
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1º ciclo: São Nicolau é pioneira, marco inicial das reduções (1626).
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2º ciclo: Expansão e auge das missões jesuíticas com os Sete Povos das Missões (1682-1756).




